Blue Angels Avião que sobe muito louco, e difícil até de acreditar


o video abaixo mostra manobras alucinantes que este jato proporciona

.Assim isso e só uma base mais por que o presidente americano ao facebook.Por que?
Como fazer um cadastro de todos ou os que interessam a eles,sim o ORKUT tinha tentado mais falhou em um quesito,começou com a classe social errada ,ricos não querem entrar em uma rede social da classe C,mais a classe C sim quer entrar em uma rede social dos mais ricos.não tinha parado prá pensar até ouvir a frase de uma amigo meu “A pobraiada chegou no facebook ”,traduzindo começaram por Harvard e outras instituições famosas pois se cadastramos os estudados e de instituições poderosas pelo mundo logo os mais fracos e de classes sociais mediana e os pobres entraram e teremos um cadastro mundial de pessoas.e como muito bem pensado foi o que aconteceu.
Ai com esses fatos surge uma outra pergunta mais por que disso tudo? A resposta e simples quando você acessa o perfil seu do facebook , o IP da sua maquina e reconhecido e pode ser facilmente triangulado e dar a localização sua ou seja sabe quem você é e onde está.Para quem e leigo em informática isso parece o cumulo mais pra que conhece um pouquinho sabe que e muito fácil ainda mas possuindo softwares especiais .Mas a tecnologia está em constante evolução e com a evolução se cria novas formas de se pensar em como melhorar a forma de controle com a 3G e 4G com acesso móbile(celular e Ipad ou Iphone),investiram em softwares compatíveis com as redes sociais ou seja quando você acessar seu perfil pelo celular saberão quem e você e aonde se localiza,você neste momento está pensando esse cara e pirado e viajante demais.Mas te pergunto quanto vale uma informação , e agora um cadastro com 1 bilhão de cadastros linkados uns aos outros e com grau de parentesco ou de proximidade, por isso uma rede social vale tanto ,alem de tantas propagandas que são gerenciadas aos usuários.E a receita e simples exploram as três maiores fraquezas humanas.
Primeira todos querem se mostrar ou seja “aparecer”.segunda o ser humano e super curioso ama saber o que os outros estão fazendo ou irão fazer.assim quanto mais gente chega mais pessoas querem criando uma massa louca pra ter um perfil. E esse slogan do facebook e um chama atenção E de graça e sempre será.com certeza se tem por traz um investimento altíssimo, pode ser de algumas empresas pode mais garanto que tem dinheiro do governo americano ai.Os americanos amam investigar a vida alheia pra analisar perfis que podem ser terroristas,ai você me diz pirou de novo.
Até empresas já analisam perfis do facebook pra contratar uma pessoa o governo americano não irão analisar. Os americanos são loucos por informação e desconfiados de tudo por natureza ,por exemplo a Microsoft criou um sistema de criptografia que ninguém conseguiu quebrar ,nenhum hacker , o governo americano por lei,obrigou a Microsoft a contar como funciona e como descriptografar alegação para tal ato poderia cair em mãos erradas e ser usados contra eles.é eles não irão usar contra ninguém .
Porem surge alguns contra tempos o povo sempre cansa de algo e cai no esquecimento tipo MySpace ,tem que manter sempre como novidade então quando as pessoas começam a perder a vontade de usar ou seja perdem o interesse hoje o facebook e nada mais que um twitter entre amigos,e um grande Blog e você ai que tem um facebook e atualiza ele sempre tem grande chance de ser um blogueiro de alta classe.Isso sempre te deixa empolgado e interessado em ver o que seus amigos colocam de novidade se cai em um dos três maiores problemas do ser humano.mais eu disse três e só citei dois,neste momento abre o pior e mais complexo de todos os males do ser humano a INVEJA,pois sempre serei melhor mais como .
Com certeza você já ouviu esta colocação eu tenho mais amigos do que você.Ou essa e você não tem facebook nooooo(“credo em cruz vixe Maria”),você esta perdendo já tenho mais de 1000 amigos ,neste momento analisando tudo que mostrei digo que o “cadastro mundial de pessoas” funciona super bem obrigado.
Neste momento chega aqueles que são do contra sempre tem alguns e isso e bom pois se você chegou aqui sendo do contra ou a favor beleza obrigado por tirar esse tempo pra ler o que penso.Mais o do contra dirão quem e você pra falar uma calunia dessa uma mentira .acreditem tenho facebook a mais de três anos.e digo já era depois do aceito você já e cadastrado e nem se você excluir sua conta seu dados são apagados,leia a parte em que falam de desativar conta e não excluir. Ou seja, eu sou um do 1 bilhão de cadastro ali um numero.
Então vamos nessa em busca de 2 mil amigos pois se já estou cadastrado não vamos deixar so nos fazermos de bobos,vamos trazer mais ,pois amanha quando descobrirem essa verdade não vamos deixar dizer otário eles não conseguiram me enganar,não me cadastrei,você não vai querer isso vai?

autor:WSXUCHIHAITACHI

30 anos de IPad

Gravação perdida de discurso de Steve Jobs revela que conceito foi criado em 1983

Uma gravação de um discurso que Steve Jobs fez numa conferência sobre design, em 1983, está a circular na internet e revela que o antigo líder da Apple já estava a desenvolver o conceito que inspirou a criação do iPad.

Na altura, Jobs afirmou que a sua empresa pretendia introduzir dentro de um livro “um bom computador”, de maneira a que esse pudesse ser transportado com facilidade e que fosse fácil e rápido de utilizar. A aspiração do então jovem empresário era que a Apple concretizasse essa ideia ainda na década de 80.

A gravação, que mostra que o produto é o mesmo que a empresa lançaria no mercado mais de 20 anos depois, foi descoberta por Marcel Brown, um blogger e especialista em informática norte-americano, que acrescenta que o registo prova também como Steve Jobs estava muito à frente do seu tempo.

Open-Source na empresa: afinal, é possível?

Muito se apregoa sobre o uso de soluções open-source no mundo comercial como sendo algo economicamente viável e sem problemas de vírus, entre outras vantagens. Pouca gente tem condições para testar, avaliar e até mesmo defender o uso do open-source, seja por encarar como “perda de tempo”, seja por considerar que “soluções de mercado são mais fáceis de instalar e administrar”. Some a isso a falta de suporte “oficial” (a maioria recorre a fóruns e wikis), com o fato de o código-fonte estar disponível na Internet, e com o fato dos mais “nervosos” de plantão criarem uma celeuma, instalando o medo de usar aquela solução que parece (e muitas vezes é) tão boa.

Nem sempre soluções open-source baseadas em Linux são as mais indicadas, mas, hoje, muitas delas são oferecidas prontas, na forma de distros específicas para configuração de appliances.Permitindo, assim, a implantação muito rápida de praticamente qualquer coisa que se deseje. Vamos estudar alguns casos onde é possível implementar (e administrar) facilmente uma infraestrutura baseada em open-source para atender a qualquer necessidade de pequenas e médias empresas, com um investimento mínimo. Não entrarei em detalhes técnicos de configuração (howto’s), devido ao fato de que cada ambiente é único, e que a ideia é fomentar a experimentação dessas soluções – como eu fiz e tenho feito no dia-a-dia. Há bastante documentação nos fóruns dos desenvolvedores, basta procurar e adaptar.

Telefonia

O Asterisk é o líder inconteste das soluções VoIP open-source. A Digium, que criou o sistema para rodar em seu hardware, sustenta uma ampla comunidade de desenvolvimento e suporte e há cursos e treinamentos que, apesar de um pouco caros, oferecem as condições básicas para o profissional de TI mexer na plataforma. E até mesmo sem cursos formais! Quem se sentir confortável para aprender fuçando com os tutorias da Iternet e e-books sobre o assunto, pega o jeito. É fácil encontrar informação para setup e fóruns de discussão sobre todo tipo de problemas.

E o hardware? O Asterisk pode rodar na grande maioria dos hardwares x86 e x64 disponíveis no mercado (e até em máquinas mais velhinhas, desde que o número de ramais não seja elevado) e existem muitos fornecedores de placas FXO e FXS com preços relativamente baixos. Com um investimento inferior a R$5 mil, é possível montar um ótimo servidor Asterisk usando um bom processador com cache de pelo menos 4MB e um disco rígido SATA qualquer, uma placa E1 com DSP e cancelamento de eco, e um DDR E1, com 100 ramais e 30 canais – e isso é metade do valor de uma central de PABX comercial. E se a demanda não é massiva na telefonia, até uma plaquinha com processador embeeded, boot por flash drive e uma boa interface FXO para a linha telefônica convencional serve.

Mas quem precisa de hardware? Com o advento da Amazon no Brasil, ficou muito mais fácil ter um Asterisk – sem comprar hardware e sem esquentar os miolos para montar e instalar a coisa toda, pois existem AMIs específicas para subir seu Asterisk facilmente e em 90 segundos (existem AMIs da Voxilla prontinhas para subir um Asterisk, como o FreePBX e AsteriskNow). Após criar a instância, é necessário criar um Security Group com as portas para rodar o HTTP, SIP, SSH e os demais serviços necessários ao funcionamento do Asterisk. Um detalhe: já que é um PABX virtual e não tem o hardware DSP para o processamento de áudio e cancelamento de eco, o processamento de voz demanda muita CPU – pegue uma instância Small com 5 ECUs, se a demanda de telefonia for mais alta que um escritório comercial.

Tela de administração do FreePBX, disponível como AMI na Amazon Web Services.

Mas, se o Asterisk é virtualizado, como integrá-lo à rede telefônica pública? Existem provedores de serviços VoIP no Brasil que oferecem trunks SIP que já veem integrados à rede telefônica pública – com isso você não precisa de links mistos de voz e dados, placas FXO ou FXS, e pode integrar vários escritórios numa única plataforma convergente. Pode-se instalar ATAs, ou media gateways multicanais, nos escritórios e usar telefones comuns na infraestrutura VoIP – e o melhor, se houver a mudança de local a única coisa necessária é a internet funcionando no novo endereço. Pode-se, também, até oferecer o home-office aos colaboradores – eles podem atender os ramais onde estiverem porque estes se tornam portáteis.

E por falar em portabilidade de ramais, também é possível instalar o ramal do Asterisk na maioria dos smartphones modernos que rodam Android, Windows Phone ou iOS, e até tablets. Basta instalar soft-fones SIP clients nos mesmos. Não recomendo o uso em 3G, devido ao desempenho um tanto quanto insuficiente no Brasil, mas se houver Wi-Fi ao alcance, é certo que poderá utilizar seu ramal na lanchonete, num café, no aeroporto ou em qualquer lugar do mundo onde houver uma conexão wireless.

Armazenamento de dados

Quem não conhece o bom e velho Samba? Qualquer distro Linux pode incorporar um servidor de arquivos para usuários Windows com uns poucos cliques de mouse (ou toques de teclado, se usar o SSH). Mas e se você tivesse uma maneira de instalar rapidamente um servidor com tudo o que fosse necessário (e mais) para distribuir arquivos numa rede SoHo? Essa maneira existe, e se chama NAS (Network Acessible Storage).

Há fabricantes de NAS que incorporam em seu firmware um Linux embarcado em flash, e é bem fácil de instalá-los e administrá-los – basta acessar o IP do NAS via browser, como um roteador doméstico. Esses equipamentos permitem várias coisas além de simplesmente distribuir arquivos pela rede: teste dos HDs para verificar falhas, montagem de volumes em RAID ou strapped, integração com AD, servidor de impressão, backup em nuvem (MyCloudNAS, Amazon S3 e outros serviços do gênero).

É sempre prudente planejar uma estrutura mista de storage, com o NAS armazenando tudo localmente (alta disponibilidade) com backup failover em um serviço cloud como o S3 da Amazon (o que permite o restore em caso de perda do servidor por incêndio, roubo ou intempéries). Mas a um custo médio de R$5 mil nas versões mais simples de NAS comerciais, o risco compensa o investimento?

Faça o seguinte: compre um servidor barato, ou monte um com pelo menos uns 4GB de RAM e tudo onboard, mas com interface S-ATA RAID e instale o FreeNAS, que é uma distro baseada em FreeBSD para você configurar seu próprio NAS. Ele não deve quase nada aos equipamentos comerciais. Compre um pendrive de 4GB de boa marca e instale o FreeNAS nesse pendrive “bootável” (prática recomendada pelo desenvolvedor da distro, pois a instalação “mata” o disco inteiro para ser instalada e não permite gerenciamento das partições), e libere os discos para o armazenamento dos seus arquivos.

O gerenciamento do FreeNAS é via browser, através do seu IP (ou se tiver um DNS na sua rede pode acessar pelo nome), sendo possível criar os volumes, os RAIDs ou straps, usuários, compartilhamentos e permissões de acesso (ele permite AFS para Apple, SMB para Windows e também compartilhamentos específicos para UNIX). Também é possível agendar os testes de SMART dos discos e monitorar se é necessária manutenção ou troca dos mesmos. Também tem gráficos e estatísticas de tráfego de dados e uso de disco, e backup para iSCSI e outras modalidades de armazenamento externo e em nuvem.

O FreeNAS também tem servidor FTP, DNS dinâmico, SSH, LDAP, VLANs e outras features muito interessantes para flexibilidade dentro da maioria dos ambientes e também para ter seus dados seguros e de maneira onipresente.

Segurança na rede

Sabe aquele roteador que existe na maioria dos escritórios (e provavelmente na sua casa também)? Pois é, ele oferece uma segurança mínima, mas que não é o suficiente. É possível violar essa segurança e fazer uma boa bagunça no ambiente de rede – basta que uma máquina tenha uma vulnerabilidade, um worm, ou um malware, pois eles abrem uma brecha para ataques.

Os antivírus funcionam, mas não impedem que os usuários cliquem “naquele link do e-mail que o banco lhe enviou” (e que obviamente é fake, mas o coitado não sabe). O que fazer? Adotar um firewall mais robusto seria o ideal e a opção lógica, mas o custo de soluções comerciais baseadas em appliances é de cerca de US$2,5 mil ou mais. Se o dinheiro é problema para você (ou para o seu cliente) e você busca uma solução de segurança confiável, existem algumas opções de distros para appliances de firewall muito interessantes – e que não demandam um hardware muito robusto, dependendo da quantidade de usuários na rede.

Uma das soluções é o Endian, uma distro para configuração de appliances de firewall, que tem Iptables, OpenVPN, DHCP, antivírus, proxy e várias opções de configuração de uso, permitindo inclusive a configuração de DMZ em wireless. Com ele é possível prover um access point com uma SSID exclusiva para visitantes da empresa e totalmente isolada do ambiente de rede. A versão Community é gratuita e pode ser usada tranquilamente em um ambiente corporativo, desde que seja usada uma CPU com pelo menos 4GB de RAM e um disco rígido grande o suficiente para armazenar os logs desejados (configuráveis).

Tela de administração do Endian Firewall Community

O Endian oferece estatísticas de banda de rede (com QoS) e logs de todas as formas – a mais útil é a detecção de intrusão, que permite que máquinas que estejam rodando malwares (como no exemplo acima) sejam identificadas pelo IP e possam até mesmo ter seus MAC addresses banidos manualmente (você isola o Mac address na interface administrativa do Endian) até que o problema seja sanado pelo suporte local. E uma coisa bem interessante é poder fazer o backup das configurações e logs para que, em caso de desastre, o Endian possa ser reinstalado e as configurações sejam refeitas em menos de meia hora.

Assim como o Endian, há outras distros para appliances de firewall: IPCop e o SmoothWall – ambos têm features similares ao Endian, que aliás foi desenvolvido a partir delas.

Solução “tudo-em-um”

Se os recursos para compra de hardware são limitados (uma máquina para firewall, uma para o NAS e assim por diante), ainda assim é possível disponibilizar um appliance com todos os serviços de rede consolidados. Nem pense em colocar uma CPU velha rodando Windows e compartilhando pastinhas na rede – isso é ineficiente e uma “economia mal feita”, além de não ter segurança nenhuma e ser um pesadelo para o administrador. A maneira tradicional, via Linux, é instalar uma distro Desktop (por exemplo, o Ubuntu) com os serviços necessários (CUPS, Samba, IPTables, entre outros) e permissões de acesso. Mas e se houvesse uma maneira de fazer isso sem perda de tempo e de forma simples? Essa maneira existe e se chama Zentyal.

Ele é uma distro para appliances all-in-one baseada no Ubuntu. Com ela é possível configurar no mesmo servidor: um firewall com detecção de intrusão, um diretório (similar ao AD), um print server, um fileserver, um PABX (Asterisk), um firewall, groupware (plataforma ce colaboração on-line, backup, gerenciamento de domínios, publicação de intranets e muito mais. E o melhor: ele é totalmente flexível e expansível. Você só instala aquilo que vai usar, administra tudo via browser e pode, também, integrá-lo a uma floresta de servidores de diretório (AD) pré-existente.

Conclusão

Os puristas podem torcer o nariz para estas soluções prontas e preferirem configurar tudo sozinhos. Não tenho nada contra essa prática, mas isso gera custo, devido ao tempo gasto na configuração e manutenção (o famoso dilema “make or buy”), além de deixar o usuário “escravo” de alguns profissionais que instalam coisas que “só eles conhecem”. Penso que, eticamente, o que importa é a transparência para com o usuário, o custo (e isso envolve tempo gasto na configuração) e eficiência, que se revertem em satisfação do cliente – e indicações.

Open-source funciona e há cases de empresas grandes usando as soluções descritas aqui – basta olhar os sites dos desenvolvedores para ver que é possível usar muito bem essas soluções. Eu uso no meu dia-a-dia e recomendo-as conforme as necessidades dos meus clientes.

Já está na hora de “sair da caixa”, dar uma espiada em volta e conhecer coisa nova, porque aquelas soluções que já conhecemos bem – e custam caro – podem não oferecer aquilo que open-source já oferece hoje. Experimentar open-source é bom, é de graça e traz conhecimento!

 

por Alexandre Minoru